Freud olha-se. Lá dentro somos como cá fora: variedade de tons e de texturas estranhamente uniformes. Corpo como uma mistura impossível de cores e de ângulos tal qual os neons que surgem quando fechamos os olhos com força.
O Homem que se olha demoradamente, distorce-se.
O espelho confunde. E dissolve.
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