quinta-feira, 11 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cinemascópio: Ciclo Adeus às Armas - Próxima 6ª feira, 12 de Março: As Bandeiras dos Nossos Pais, de Clint Eastwood




Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos

Ciclo Adeus às Armas

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 12 Março.2010 - 22H00

Maria Vai com as Outras
Rua de Almada, nº443
Porto

ENTRADA LIVRE

As Bandeiras dos Nossos Pais
Flags Of Our Fathers

Realizador: Clint Eastwood

Com: Ryan Phillippe, Jesse Bradford, Adam Beach, Jamie Bell, Paul Walker, Robert Patrick
Duração: 125 min.
Idade: M/12
Género: Drama, Guerra
País de Origem: EUA
Ano: 2006, Cor

SINOPSE

Fevereiro, 1945. A guerra na Europa estava ganha, mas no Pacífico continuava acesa. Uma das mais sangrentas batalhas foi a luta pela ilha de Iwo Jima, traduzida por uma das mais icónicas imagens da História: o momento em que cinco "marines" erguem a bandeira dos EUA no monte Suribachi. Esta é a história desses soldados. Essa fotografia tornou-se num símbolo da vitória e transformou esses homens em heróis. Alguns morreriam pouco depois, sem saber que a História os imortalizaria. Mas para aqueles que ficaram, o heroísmo não era a sua maior preocupação, mas sim os companheiros que não tinham sobrevivido. "As Bandeiras dos Nossos Pais", último filme de Clint Eastwood, é baseado no "best-seller" de James Bradley e Ron Powers sobre a batalha de Iwo Jima (o pai de Bradley é um dos soldados que segurava a bandeira).

http://cinecartaz.publico.clix.pt

“ As Bandeiras dos Nossos Pais
Imortalizados vivos

E ao quinto dia, cinco "marines" e um enfermeiro da Marinha colocaram a bandeira americana no cimo do Suribachi, o monte que domina o pedaço de rocha e areia cinzentas a que os japoneses chamam Iwo Jima. Ainda iriam passar 35 dias - e milhares de corpos semeados pelas praias - para a conquista dessa terra vulcânica, mas uma fotografia tirada pelo fotógrafo Joe Rosenthal fez "o momento". E contra isso foi impossível medir forças.
Não interessava que os factos tivessem uma dimensão diferente da lenda - afinal, James "Doc" Bradley, Rene Gagnon, Ira Hayes, Franklin Sousley, Harlon Block e Mike Strand tinham sido o segundo grupo a hastear uma bandeira americana (um caprichoso general obrigou a uma troca; qual troféu pessoal, quis a primeira que tinha sido colocada...), tiveram "apenas" a sorte, ou o infortúnio, de terem ali um fotógrafo; e afinal, esse nem foi o momento de conquista, foram precisos mais 35 dias de inferno, que até mataram Franklin, Harlon e Mike.
A fotografia, contudo, estava para além dessas contingências da realidade. E James "Doc" Bradley, Rene Gagnon e Ira Hayes, os sobreviventes, foram alistados no mito para o resto das suas existências. Chegaram a ser convocados para aparecerem ao lado de John Wayne em "Sands of Iwo Jima" (Allan Dwan, 1949). Wayne era aquele que dizia sobre todas as coisas: "Se não é tudo a preto e branco, eu pergunto: "Porque diabo é que não é?"". Contra essas certezas, podia opor-se o que disse um dos "heróis" forçados: "Every jackass thinks he knows what war is". Qualquer tradução deverá significar sempre o mesmo: as razões de estado a esmagarem as razões individuais, a culpa pelos que morreram ou ficaram para trás, um fardo. Insuportável.
Um livro, "As Bandeiras dos Nossos Pais", escrito por James Bradley (filho de "Doc"), contou essa história em 2000. Um filme, "As Bandeiras dos Nossos Pais", de Clint Eastwood, com argumento de William Boyles Jr. e Paul Haggis, conta agora essa história.
O livro (editado em Portugal pela Magnólia - já agora: a tradução, aqui, é um automatismo; a revisão de texto inexistente) se fosse ele próprio o filme seria um pedaço de cinema clássico: narrativa linear, do passado até ao presente, e a tomada de conhecimento por um filho - o autor - da figura do pai. Sem alaridos, por pudor ou por não ter unhas para se aventurar pela vertigem do romanesco e da auto-consciência criativa, o escritor olha não como mestre da sua história, mas como repórter das histórias dos outros, figuras talhadas de um gesto na rocha. James "Doc" Bradley, o último desses "heróis" a morrer, esteve vivo até 1994 e rematava sempre os seus silêncios perante os filhos inquiridores com um: "É tão simples quanto isso".
O livro, para resumir, é assim. O filme é outra coisa, para, no fundo, até lhe ser fiel - ao livro.
Eastwood, com o trabalho de Boyles Jr./Haggis, troca as voltas, anda para a frente e para trás em três tempos: as cenas de batalha em Iwo Jima, a "tournée" dos heróis pela América a angariar fundos para o esforço de guerra e a actualidade. Atrasa até onde pode a figuração do "momento" - a fotografia no Suribachi -, e antes da guerra dá-nos primeiro o simulacro, com os três soldados (interpretados por Ryan Philippe, Jesse Bradford e Adam Beach) a subirem para cima do cume de Iwo Jima em "papier maché", num estádio a abarrotar, durante a "tournée" circense que percorreu a América.
Apodera-se, assim, de uma disposição reflexiva, cria interrupções, veda-nos acessos, constrói-se à volta de um vazio central, trabalha sobre um tempo sempre interrompido. A comparação que a revista Sight and Sound fez com o "Mundo a Seus Pés" de Orson Welles, esse "fantasma no festim do cinema clássico", como lhe chama, onde sucessivos portões e cortinas escondiam a Xanadu de "citizen" Kane ou rodeavam a revelação de um segredo, o tal, Rosebud, é, mesmo se exagerada, reveladora do que por aqui se tenta (e é todo um programa pensar também em Eastwood, a quem chamam o "último dos clássicos", como um "fantasma"...).
Compreende-se, pois, o gesto, a construção em "puzzle": para fazer de Bradley, Gagnon e Hayes figuras que o mito atirou para uma condição espectral, para uma morte em vida, corroídos pela sensação de impostura, a quem foi roubado o espaço e o tempo. "As Bandeiras dos Nossos Pais" integra, por aí, o núcleo mais agónico da obra do realizador Eastwood, alguém que em tempos foi o "homem sem nome" do "western spaghetti" - construção mitológica, portanto - e que vem fazendo reflexões sobre o heroísmo, atirando ao alvo e não raras vezes oferecendo o corpo à destruição (dessa pulsão terminal, o William Munny de "Imperdoável", filme de 1992, é uma das encarnações mais perfeitas, e pensa-se em "Imperdoável" em momentos de "As Bandeiras dos Nossos Pais").
No "puzzle" que monta Clint também explicita a passagem de testemunho entre gerações, a dos pais e a dos filhos. É um dos seus "temas" - recorde-se "As Pontes de Madison County" (1995). Mas tal como nesse filme também aqui isso é mais sublinhado do que integrado. Por esta peça do "puzzle", pelos obstáculos criados - é difícil sentir entre a actualidade e o passado o fluxo de uma existência -, o "puzzle" fala mais do que toca. Mas há personagem a guardar: Ira Hayes, índio e herói, dois fardos demasiado pesados para um homem só, e ele não aguentou... É uma figura do calvário e no seu abandono lembra-nos tanto o Forest Whitaker de "Bird", filme de 1988...
Compreende-se o gesto, dizíamos: é para escavar em profundidade a História enterrada - por aí o filme é a consciência clarividente do livro. Algures a meio da preparação de "As Bandeiras dos Nossos Pais", e nessa vontade de partir em direcção às profundezas, Eastwood decidiu olhar para este episódio da II Guerra Mundial através dos olhos do "outro": os japoneses. Ir mais além só podia ser ir mesmo de encontro aos mortos que vivem na memória das rochas de Iwo Jima. Mas essa é outra história, e essa obra-prima, "Cartas de Iwo Jima", é coisa tão crepuscular que já não é filme de guerra, é pura história de fantasmas (estreia a 22 de Fevereiro).
É, portanto, a mesma história."

Vasco Câmara (PÚBLICO), http://cinecartaz.publico.clix.pt/criticas.asp?id=165012&Crid=3&c=4018

Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

Apoio: Maria Vai Com As Outras


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Próxima sessão, dia 19 Março 10: Duck Soup, de Leo McCarey

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quarta-feira, 3 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

Cinemascópio: Ciclo Adeus às Armas - Próxima 6ª feira, 5 de Março: A Vida é um Milagre, de Emir Kusturica




Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos


Ciclo Adeus às Armas




SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 05 Março.2010 - 22H00



Maria Vai com as Outras

Rua de Almada, nº443

Porto



ENTRADA LIVRE



A Vida é Um Milagre

Zivot je Cudo



Realizador: Emir Kusturica



Com: Natasa Solak, Slavko Stimac, Vesna Trivalic, Vuk Kostic, Aleksandar Bercek

Duração: 135 min.

Idade: M/12

Género: Comédia /Drama

País de Origem: França/Sérvia/Montenegro

Ano: 2004, Cor



SINOPSE

Bósnia, 1992. Luka, um engenheiro sérvio de Belgrado, vai com a mulher, Jadranka, cantora de ópera, e o filho, Milos, para uma aldeia no meio do nada, para ajudar a construir uma linha de caminhos-de-ferro que transformará a região num local de turismo.
Cego pelo seu optimismo natural, não presta atenção aos rumores sobre a guerra que se avizinha, cada vez mais persistentes. Mas quando eclode o conflito, a sua vida desmorona-se. Jadranka desaparece com um músico, Milos é chamado para combate.
Sempre optimista, Luka espera o regresso da mulher e do filho, mas Jadranka não volta e Milos é feito prisioneiro. Os sérvios confiam então a guarda de Sabaha, uma refém muçulmana, a Luka, que deverá servir de moeda de troca para recuperar Milos. Mas Luka rapidamente se apaixona por Sabaha. "A Vida é um Milagre", último filme de Emir Kusturica, estreado internacionalmente no Festival de Cannes, é um "Romeu e Julieta" nos Balcãs, com banda sonora da No Smoking Orchestra, banda do realizador.

http://cinecartaz.publico.clix.pt



“A Vida é um Milagre, de Emir Kusturica.

Um hino à Jugoslávia

Kusturica está de volta com mais um belo filme a ter como pano de fundo a tragédia que se abateu sobre o seu país, a Jugoslávia. Não sendo um filme claramente histórido e político, "A Vida é um milagre" volta ao tema da destruição da Jugoslávia, que tinha já pegado em "Underground - Era uma vez um País". Em ambos os trabalhos, o realizador assume a sua posição claramente "jugoslavista", contra os nacionalismos que despontaram no país no início da última década do século passado, e que acabaram por o destruir...

Não entrando no minimalismo de poupar uma das etnias e diabolizar outras, Kusturica revela o que se passou com o seu país e com a guerra que o destruiu. "Esta é a guerra privada de alguém", diz a Luka (a personagem central do filme) o capitão do Exército Nacional Jugoslavo que, sendo sérvio como Luka, se mantém fiel à ideia da Jugoslávia de Tito, combatendo todos os "nacionalismos" e os interesses que estes escondem: tráficos vários, poderes individuais e decadentes, da qual o nacionalista sérvio Filipovic é exemplo no filme.

A acção centra-se na paixão entre o sérvio Luka e a enfermeira muçulmana Sabaha. A história deste amor impossível e proibido é, ela mesma, um hino à Jugoslávia multi-racial, mutli-étnica e multi-nacional. Luka sente-se, antes de mais, jugoslavo e chega a confessar que o seu melhor amigo da faculdade
era muçulmano. "Melhor do que qualquer outro muçulmano e do que qualquer sérvio", confessa ele à sua "refém" - que pretendia trocar pelo seu filho Milos, feito prisioneiro pelos muçulmanos.

Tal como em Underground, o realizador não se esquece as críticas à Alemanha - que patrocinou a secessão eslovena e croata, bem como apoiou os muçulmanos da Bósnia a iniciarem a guerra e a saírem da Jugoslávia - e às tropas da ONU, ridicularizadas no final do filme.

Os jornalistas e as cadeias "informativas" internacionais também não são poupados no novo trabalho do cineasta jugoslavo, que destaca, ridicularizando, a cobertura antisérvia e pró-secessão assumida pelos
jornais e cadeias ocidentais, que escolheram os sérvios e a própria existência da Jugoslávia como inimigo a abater, relatando, grande parte das vezes, os acontecimentos de maneira oposta à forma como realmente aconteceram.
A cobertura da troca de prisioneiros é reveladora. Sabaha, gravemente ferida (por um muçulmano, o que mostra a irracionalidade total da guerra) é trocada pelo filho de Luka, enquanto chora gritando que quer ficar com Luka, que vive no lado sérvio. Uma jornalista, aparentemente norte-americana, segue o
caso contando a história de uma prisioneira ferida e torturada às mãos dos sérvios.

Feito no estilo inconfundível de Emir Kusturica, em que quase tudo são alegorias - de que a burra suicida destroçada pelo amor é um dos mais hilariantes exemplos - «A Vida é um Milagre» é uma homenagem ao sonho desfeito de muitos jugoslavos que viram o seu país destruído e destroçado por uma guerra irracional e movida por interesses exteriores às diversas etnias do país. É, ao mesmo tempo, uma bela história de amor, que prova não ter etnia, nem religião, nem nacionalidade."

www.cineclubefaro.com, Gustavo Carneiro (não-sócio)




Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura


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Próxima sessão, dia 12 Março 10: As Bandeiras dos Nossos Pais, de Clint Eastwood



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sábado, 27 de fevereiro de 2010

Cinemascópio: Novo Ciclo Temático em Março, em novo local





Caros Amigos,

Na próxima 6ª feira, dia 5 de Março, o Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos retoma actividade com um novo Ciclo, Adeus às Armas.

Será o primeiro Ciclo exibido num novo local, em colaboração com o Maria Vai com as Outras, um projecto que se auto-intitula como “loja de livros, revistas, chás, artesanato, mobiliário, vinhos, galeria, café-concerto, outras cores, outros cheiros, outros sabores”.

Para quem não conhece, aqui fica a morada e endereço do blogue:

Maria Vai Com as Outras
Rua do Almada, nº443 Porto

http://maria-vai-com-as-outras.blogspot.com/

Quanto à programação Cinemascópio para Março de 2010, será a seguinte:

Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos

Adeus às Armas

Março 2010

ENTRADA LIVRE

1º- A Vida é um Milagre, de Emir Kusturica (05/03)

2º - As Bandeiras dos Nossos Pais, de Clint Eastwood (12/03)

3º - Duck Soup, de Leo McCarey (19/03)

4º - Um Longo Domingo de Noivado, de Jean-Pierre Jeunet (26/03)


Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

Apoio: Maria Vai Com as Outras

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Até breve, Cinemascópio! :)




Até breve, Cinemascópio! :)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Cinemascópio interrompe actividade até encontrar novo local


Caros Amigos,

Uma vez que a sala onde a Pintar o 7 desenvolvia a sua actividade Cinemascópio deixará de estar disponível às sextas-feiras à noite (no espaço do Mede-Vinagre), a programação inicialmente prevista para o mês de Janeiro de 2010 terá de ser interrompida até encontrarmos novo local.

Retomaremos a actividade assim que encontrarmos um espaço disponível e com as características necessárias à continuação dos nosso Ciclos Temáticos.
Brevemente daremos notícias!

Um abraço amigo, até breve,

Pintar o 7

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cinemascópio: Ciclo Palco & Tela – Hoje, 6ª feira: Gata em Telhado de Zinco Quente, de Richard Brooks









Contamos com a vossa presença, hoje à noite!
Apareçam!

Cinemascópio: Ciclo Palco & Tela - Próxima 6ª feira, 15 de Janeiro: Gata em Telhado de Zinco Quente, de Richard Brooks


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos

Ciclo Palco & Tela

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 15 Janeiro.2010 - 21H30

Mede Vinagre (antiga Casa Morgado)

Rua de Morgado de Mateus, nº51
4000-334 Porto

(TOQUEM À CAMPAINHA, PF)


ENTRADA LIVRE


Gata em Telhado de Zinco Quente

Cat on a Hot Tin Roof

Realizador: Richard Brooks

Com: Elizabeth Taylor, Paul Newman, Burl Ives, Jack Carson, Judith Anderson, Madeleine Sherwood, Larry Gates, Vaughn Taylor
Duração: 104 minutos

Idade: M/12
Género: Drama
País de Origem: EUA
Ano: 1958, Cor



SINOPSE


"Não vivo mais contigo", diz Maggie a Brick. "Nós apenas ocupamos a mesma gaiola, só isso". As emoções cruas e diálogo forte do vencedor do Pulitzer em 1955, Tennessee Williams, transformam a chuva numa tempestade, nesta versão cinematográfica, cujas ferozes interpretações e banda sonora, a transformaram logo num sucesso de bilheteira. Paul Newman ganhou a sua primeira nomeação para um Oscar, pela sua interpretação cheia de nuances de Brick, o perturbado antigo herói de desporto. Conquistando a sua segunda nomeação para um Oscar, Elizabeth Taylor transforma Maggie na Gata, cravando as suas garras e agarrando-se à vida, não como ela é, mas como ela queria que fosse um dia.


Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

Apoio: Mede Vinagre


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Cinemascópio: Ciclo Palco & Tela - Próxima 6ª feira, 08 de Janeiro: Ran, Os Senhores da Guerra, de Akira Kurosawa


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos

Ciclo Palco & Tela

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 08 Janeiro.2010 - 21H45


Mede Vinagre (antiga Casa Morgado)
Rua de Morgado de Mateus, nº51
4000-334 Porto

(TOQUEM À CAMPAINHA, PF)


ENTRADA LIVRE

ATENÇÃO: Dada a duração do filme (2h40m), excepcionalmente a sessão terá início, impreterivelmente, às 21h30.

Ran, Os Senhores da Guerra
乱 Ran

Realizador: Akira Kurosawa

Com: Tatsuya Nakadai, Akira Terao, Jinpachi Nezu, Daisuke Ryu, Mieko Harada, Yoshiko Miyazaki, Hisashi Igawa, Peter, Masayuki Yui, Kazuo Kato, Norio Matsui, Toshiya Ito
Duração: 160 minutos

Idade: M/12
Género: Acção, Clássico, Drama, Guerra
País de Origem: França, Japão
Ano: 1985, Cor


SINOPSE

RAN, OS SENHORES DA GUERRA é um brilhante filme de Akira Kurosawa que combina com mestria a história do Japão, a trama de Shakespeare e a visão de Kurosawa da lealdade. Situado no Japão do século XVI, o líder ancião Lord Hidetora (Tatsuya Nakadai), anuncia a sua intenção de repartir as sua terras em partes iguais entre os seus três filhos. Esta decisão de se retirar gera uma luta de poder entre os três, quando Hidetora é vítima das falsas adulações dos dois filhos mais velhos, e desterra o mais novo quando este revela a verdade. A traição transtorna Hidetora, destruindo a sua família e o seu reino.
Um fiel reflexo dos sentimentos humanos e uma brilhante interpretação fazem de RAN, OS SENHORES DA GUERRA um dos filmes mais aclamados de todos os tempos.
(…) Adaptação de "King Lear", de William Shakespeare, em que Kurosawa, de uma forma brilhante, retrata o Japão feudal do sec. XVI e as guerras senhoriais pela sucessão do poder do clã Ichimozi, após o seu velho senhor abdicar da liderança a favor do seu filho primogénito.


Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

Apoio: Mede Vinagre



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Próxima sessão, dia 16 Janeiro 10: Gata em Telhado de Zinco Quente, de Richard Brooks




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