quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Amanhã, 6ªf, 26 Setembro: Cinemascópio - Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo: A Sede do Mal, de Orson Welles



Amanhã, 6ªf, 19 Setembro: Cinemascópio - Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo: A Sede do Mal, de Orson Welles


Contamos com a vossa presença, amanhã! :)

Próxima sessão, dia 03 Outubro 08: Vertigo, de Alfred Hitchcock

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Cinemascópio: Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo - Próxima 6ªf, 26 Setembro: a Sede do Mal, de Orson Welles


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos
Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 26 SETEMBRO.2008 - 21H45

A Cadeira de Van Gogh - Associação Cultural
Rua de Morgado de Mateus, nº41
4000-334 Porto
(TOQUEM À CAMPAINHA, PF)
ENTRADA LIVRE

A SEDE DO MAL
Touch of Evil

Realizador: Orson Welles
Argumento e Diálogos: Orson Welles
Baseado no romance
"Badge of Evil" de W. Masterson
Música: Henry Mancini
Com:
Orson Welles
Hank Quinlan
Charlton Heston
Mike Vargas
Janet Leigh
Susan Vargas
Akim Tamiroff
"do" Grandi
Marlene Dietrich
Tanya
Joseph Calleia
Pete Manzines
Joanna Moore
Marcia Linnekar
Ray Collins
Adair
Victor Millan
Manelo Sanchez



Duração: 108 minutos, PB
Classificação: M/16
Género: Crime / Thriller
País de Origem: EUA
Ano: 1958


SINOPSE
Ramon Miguel Vargas é um chefe de polícia mexicano que se encontra em luade- mel com a mulher Susan Vargas no México, numa pequena cidade perto da fronteira dos Estados Unidos. Quando um assassinato ocorre, os conceitos de ética policial de Ramon confrontam-se directamente com os de Hank Quinlan, um corrupto capitão da polícia local.
www.cm-tvedras.pt

“Orson Welles é um dos maiores cineastas de sempre. Ainda que esta não seja a sua melhor obra, é no entanto um filme de grande valor. O realizador torna genial uma história aparentemente trivial.

Muitos foram os problemas que esta película teve. Depois de terminada a edição por parte de Orson Welles, o estúdio decidiu contratar outro realizador para filmar mais umas pequenas cenas. Depois de ver o resultado, Welles escreveu um memorando com 58 páginas pedindo para que fossem feitas alterações para que o filme correspondesse ao inicialmente previsto por ele. Daí existirem duas versões no mercado: a versão do estúdio e a versão Director’s cut, que Orson Welles realmente idealizou.

Só na primeira cena do filme diz-se que foi gasto todo o orçamento da produção: cerca de 3 minutos num só take, percorrendo um vasto espaço de uma cidade fronteiriça com o México, terminando com uma explosão num veículo que determina o rumo da história do filme. Charlton Heston é o agente Vargas, mexicano, e Orson Welles é Quinlan, agente americano. Os dois polícias agem de forma a encontrar o culpado pela explosão, mas rapidamente entram em conflito havendo corrupção, negligência policial e crime organizado ao barulho.

Um filme interessante, com boas interpretações e uma história cativante, majestosamente encenada por Orson Welles. O filme que marca o fim do período dos filmes Noir, os policiais carregados de suspense e femmes fatales, característicos da época.”
www.rascunho.net - Carlos Moreira, 2005



Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

Apoio: A Cadeira de Van Gogh - Associação Cultural

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Próxima sessão, dia 03 Outubro 08: Vertigo, de Alfred Hitchcock


pintar.sete@gmail.com

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Amanhã, 6ªf, 19 Setembro: Cinemascópio - Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo: Macbeth, de Orson Welles



Contamos com a vossa presença, amanhã! :)

Próxima sessão, dia 26 Setembro 08: A Sede do Mal, de Orson Welles

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Dimensão

Joe: "You're Norma Desmond... You used to be in silent pictures. You used to be big."

Norma: "I am big. It's the pictures that got small."

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Cinemascópio: Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo - Próxima 6ªf, 19 Setembro: Macbeth, de Orson Welles


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos
Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 19 SETEMBRO.2008 - 21H45

A Cadeira de Van Gogh - Associação Cultural
Rua de Morgado de Mateus, nº41
4000-334 Porto
(TOQUEM À CAMPAINHA, PF)
ENTRADA LIVRE

MACBETH
Macbeth

Realizador: Orson Welles
Argumento: Orson Welles, a partir do romance de Booth Tarkington
Fotografia: Stanley Cortez
Música: Bernard Herrmann
Com: Orson Welles, Jeanette Nolan, Dan O'Herlihy, Roddy McDowall, Edgar Barrier

Duração: 107 minutos, PB
Classificação: M/12
Género: Drama
País de Origem: EUA
Ano: 1948

SINOPSE
Esta adaptação filmada ao estilo austero, mas expressivo, de Welles que fizeram dele um dos maiores mestres da sétima arte, resiste à passagem do tempo e continua a ser exibido regularmente em cinematecas de todo o mundo.
A trama de ambição cega e conflitos internos de um homem atormentado e dividido continuam a ser um tema actual; os cenários surrealistas que tão bem se enquadram no imaginário da obra de Shakespeare, bem como os ângulos de filmagem estranhos escolhidos por Welles e os fatos originais das personagens fazem Macbeth um dos mais originais trabalhos cinematográficos de todos os tempos e uma obra fundamental na cultura de qualquer cinéfilo ou apreciador do famoso poeta de Stratford-upon-Avon.
www.dvdpt.com


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Próxima sessão, dia 26 Setembro 08: A Sede do Mal, de Orson Welles




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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Cinemascópio: Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo - Próxima 6ªf, 12 Setembro: O Quarto Mandamento, de Orson Welles


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos
Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo

SESSÃO DE SEXTA-FEIRA 12 SETEMBRO.2008 - 21H45

A Cadeira de Van Gogh - Associação Cultural
Rua de Morgado de Mateus, nº41
4000-334 Porto
(TOQUEM À CAMPAINHA, PF)
ENTRADA LIVRE

O Quarto Mandamento
The Magnificent Ambersons

Realizador: Orson Welles
Argumento: Orson Welles, a partir do romance de Booth Tarkington
Fotografia: Stanley Cortez
Música: Bernard Herrmann



Com:
Joseph Cotten – Eugene Morgan
Dolores Costello – Isabel Amberson
Tim Holt – George Amberson
Agnes Moorehead – Fanny Amberson

Duração: 88 minutos, PB
Classificação: M/12
Género: Drama
País de Origem: EUA
Ano: 1942

SINOPSE
"Quem teve a audácia de apresentar um filme tão radicalmente contrário ao studio system como foi “O Mundo a Seus Pés”, teria, certamente, problemas com o filme seguinte. E que dificuldades Orson Welles encontrou para acabar “O Quarto Mandamento/The Magnificent Ambersons”, mais uma extraordinária proposta da colecção Clássicos-Público.
O local é o Midwest americano, em plena viragem de século. Os Ambersons são uma das mais respeitadas famílias locais. Têm pergaminhos, dinheiro velho e uma rapariga, Isabel, ansiosa por casar. O seu escolhido é Eugene (Joseph Cotten) que, num momento menos bom, acaba por fazer uma figura ridícula, levando a que a sua amada o troque por outro. Anos depois, Eugene volta como um viúvo mas próspero e rico inventor, ligado ao ramo automóvel. Consigo traz Lucy, sua filha, que se apaixona perdidamente por George, filho de Isabel que, entretanto, também enviúva. Só que George impede a união entre Eugene e a mãe…
O filme divide-se, claramente, em três partes. A inicial, em que conhecemos a família na sua fabulosa mansão e no auge do seu poder; depois, o declínio; e, na terceira e última parte, a redenção de George, o herdeiro da família. Ao longo da fita, torna-se óbvio que o que está em causa é um choque social profundo. É que não se trata apenas do clássico “dinheiro velho” versus “novo rico”, mas algo mais intenso: a diferença entre uma sociedade/família apegada ao passado/sec.XIX e, uma outra, que já abraçou os valores contemporâneos/sec.XX. Nem de propósito, o elemento de transição, a chave para a nova fortuna, é um objecto que implica mudança e movimento: o automóvel, símbolo do novo século. Por outro lado, a enorme escadaria entre o rés-do-chão e o primeiro andar da mansão é outra metáfora sobre os desníveis sociais.
Quando terminou as filmagens, Orson Welles tinha um filme com 131 minutos. Mas teve que ir à América do Sul fazer um documentário para acompanhar o ‘esforço de guerra’. Resultado: após um screen test, a RKO cortou para… 88 minutos. Muito do mito de Welles nasceu aqui. Há quem diga que a versão final era extraordinária e que, algures, ainda está guardada a versão longa… Mas não foi só isso. O realizador abusou nos cenários, abusou da paciência dos produtores e da firma e os conflitos rebentaram. E, se já tinha fama de ser um tanto selvagem, o final da produção deste filme só ajudou à fama…
Apesar de tudo, a visão e o virtuosismo de Welles marcam presença indelével: os planos, originais à época, o uso inteligente dos contrastes de luz, a opção por um cenário para toda a casa e não de um set para cada sala da mansão são exemplos claros da marca do visionário que Orson Welles era em 1942.
As interpretações estão a cargo de actores vindos dos tempos em que o realizador estava no “Mercury Theater Rádio”, incluindo Joseph Cotten. Não há, por isso, estrelas de primeira grandeza. Mas as interpretações são de primeira água, com destaque para Cotten, mas, também, Tim Holt como ‘George’ e Dolores Costello como ‘Isabel’. O filme foi candidato a quatro Óscares e permanece, ainda hoje, um clássico. "
http://ovilacondense.blogspot.com
O QUARTO MANDAMENTO

“De que maneira o excesso de mimo concedido a uma criança – menino estragado pelo puro e verdadeiro desvelo de uma mãe (demasiado?) amante – pode marcar o destino de toda uma família? O segundo filme do jovem Orson Welles, figura celebrizada por uma emissão de rádio-ficção alusiva à invasão do planeta por extra-terrestres e por uma primeira obra bafejada pela fama, parece ser um segundo ensaio sobre um tema que era já chave do celebrado MUNDO A SEUS PÉS, a saber: os factos da infância como grades de prisão futura da nossa conduta ética e da nossa vivência estética. Por outras palavras, tanto Charles Foster Kane (protagonista do primeiro filme) como George Minafer Amberson (protagonista do segundo), ambos personagens poderosas – tanto no sentido de exercerem o poder como no sentido de, embora odiosos, possuirem um grande poder de atracção – crescem agarrados à estaca de uma primeira imagem e dificilmente conseguem enxertar-se noutros troncos, mais robustos ou mais ágeis.
Entre o pico da arrogância dos Amberson e o pico da sua decadência, ergue-se uma cidade e contrói-se uma nova sociedade. Se lermos a história dos esplendorosos Amberson como antífrase da prosperidade da América, importa sublinhar que os próprios artífices dessa prosperidade – neste caso, o bem sucedido inventor e fabricante de automóveis, desempenhado por Joseph Cotten – estão conscientes dos seus perigos e temem genuinamente a mudança para a qual trabalham (como se percebe na cena da altercação entre o filho mimado e o velho namorado de Isabel), porventura ao contrário do que acontecia com os antigos senhores da terra, que reinavam sobre os seus conterrâneos como se a superioridade de classe fosse de pedra e cal. São talvez as próprias dúvidas de Welles quanto ao progresso que se plasmam na atitude da sua personagem, ele que viveu a vida inteira dividido entre a antiga arte do teatro, herdada do Velho Mundo, e a nova arte do cinema, instrumento de dominação cuja força contribuirá para a hegemonia do Novo Mundo.
Mas O QUARTO MANDAMENTO pode ser lido de mil e uma outras maneiras: experiência radical sobre as possibilidades expressivas da cenografia de estúdio; experimentação sem precedentes da conjugação entre ópticas arrojadas e uma fotografia altamente contrastada; discurso sobre o poder de significação das estruturas arquitectónicas e dos objectos que as mobilam, em difícil contracena com os seus utentes os quais mais parecem fantasmas histéricos do que humanos; inolvidável galeria de retratos de personagens que não são capazes de deixar de amar-se e contudo mais não fazem do que magoar-se e destruir-se umas às outras.
Welles começou como contador de histórias e jamais deixou de assumir-se como tal. Que grande falta nos fazem os seres como ele que têm esse dom de nos colar à cadeira, mesmo quando nos julgamos demasiado ocupados ou preocupados para emprestar uma orelha à temperatura duma voz, ao pulsar da língua, ao sopro de sentidos que as palavras contêm?”
www.serralves.pt



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Próxima sessão, dia 19 Setembro 08: Macbeth, de Orson Welles



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História

Esta cena acontece logo no início do aclamado Citizen Kane: é um pequeno flash noticioso sobre a vida do grande magnata dos media.
Orson Welles
aqui, todo caracterizado, estreia-se aos 25 anos (!) na realização de uma longa-metragem. O actor, de microfone na mão, interpreta o repórter inexperiente que entrevista Kane aquando da sua chegada da Europa.

Ora, o actor é nem mais nem menos que Gregg Toland - conceituadísso director de fotografia que na altura se ofereceu para trabalhar com aquele rapaz, recém chegado de Nova Yorque, que nunca tinha posto os pés num set...

E juntos fizeram história.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Cinemascópio: Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo - Próxima 6ªf, 5 Setembro: Citizen Kane/ O Mundo a Seus Pés, de Orson Welles


Cinemascópio - Ciclos de Cinema Temáticos
Ciclo Câmara Welles: Perspectiva do Mundo

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O Mundo a Seus Pés
Citizen Kane

Realizador: Orson Welles
Com: Orson Welles, Joseph Cotten, Dorothy Comingore, Ray Collins, George Coulouris, Agnes Moorehead, Ruth Warrick, Erskine Sanford, Everett Sloane

Duração: 119 minutos
Idade: M/12
Género: Drama
País de Origem: EUA
Ano: 1941

SINOPSE
"O Mundo a Seus Pés" de Orson Welles, revela a fascinante história de um magnata cuja grande paixão é o jornalismo e conquistar o amor de todos os que o rodeiam. Com o mundo a seus pés, ele consegue tudo o que o dinheiro pode comprar mas não o amor que parece não saber conservar, terminando na mais completa solidão. Um filme que quebrou com todas as regras do cinema e que introduziu outras completamente inéditas, dando-lhe uma força, que não deixa o espectador indiferente e que lhe conquistou um lugar de topo no mundo do cinema. “
www.dvdpt.com

" Um acontecimento que se renova, este é o filme emblemático de um cineasta, Orson Welles, que os autores da Nova Vaga reconheceram como o que mais vocações despertou no (e para o) cinema moderno.

Valerá a pena, por isso mesmo, sublinhar que não estamos perante um objecto «de museu», sobretudo se entendermos tal classificação no sentido negativo de algo que ficou parado na quietude do tempo e só pode falar do seu «passado». «O Mundo a Seus Pés» é, obviamente, um dos mais extremos objectos de reinvenção formal que a história do cinema regista mas, mais do que isso (e através disso), é também um espantoso mergulho na complexidade dessa prática - a informação - que o nosso século desenvolveu de forma radical.

Que é, então, informar no mundo de Charles Foster Kane? Ou, mais do que isso, o que é a imprensa neste filme rasgado por olhares jornalísticos? É, antes do mais, uma arte contraditória de devolver o real e de o reconverter, de o confirmar e de o alterar. Querem mais moderno?"

João Lopes -www.cinema2000.pt



Uma iniciativa: Pintar o 7 - Cinema, Cidade, Cultura

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Próxima sessão, dia 12 Setembro 08: O Quarto Mandamento, de Orson Welles



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